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A LIBERDADE É GRATUITA

Written by Giovanni Nunes on . Posted in Crônicas e Artigos

Todo nós convivemos com regras, temos regras de bom comportamento no trabalho, em casa ou quando nos divertimos. Temos códigos de conduta quando conversamos com uma pessoa mais velha, uma criança, amigo ou chefe no trabalho.

Bom, tudo isto implica em ações, onde eu devo conhecer bem as que palavras posso usar ou que gestos posso utilizar para me comunicar. Para cada situação temos uma maneira de agir certa – dentro das regras – ou errada.

Mas o que significa uma escolha certa ou errada? Ou mais ainda, o que nos faz na realidade seguir um caminho e rejeitar outro?

É difícil dar uma resposta as perguntas acima, mas um começo, um início para se reavaliar como vivemos ou sobrevivemos dentro de uma quantidade enorme de ritos onde devo fazer isto ou aquilo para que o mundo me olhe como parte integrante do mecanismo que rege as relações humanas é ver como procedemos em querer agradar aqueles que julgamos superiores.

Muitas vezes deixamos de ter uma conversa honesta, e digo não no sentido de esconder ou preparar armadilhas ou deixar portas dos fundos aberta se caso algo dê errado, mas no sentido de que na maioria das vezes pensamos que é perigoso desagradar aquele ou aqueles que estão acima de nós. O foco está em agradar aquele que por certa forma é responsável pelos resultados que apresentamos.

Quando isto acontece ninguém sai ganhando, porque nos perdemos em uma confusão de interesses e emoções. O objetivo é, e sempre foi, que devemos nos tornar pessoas melhores a cada dia, aprender, evoluir e acima de tudo compreender como caminhar dentro das complexas relações sociais que criamos com dignidade, honestidade e honra.

Para isto, às vezes, somos servidos pelo conhecimento daqueles que estão alguns degraus acima (nossos pais, mestres, pessoas mais velhas, conselheiros, líderes espirituais e porque não políticos), outras somos nós é que devemos desempenhar este papel.

Devemos ter em mente que temos que nos inspira e inspirar a outras pessoas a querer ser melhor a cada dia e a cada instante que passa e não retorna mais.

Lembre-se que é quando justamente quando as coisas não caminham da maneira como pensamos que iria ser, quando temos ajustes a fazer, quando tudo indica que iremos fracassar nas regras do jogo, resumindo, quando tudo vai mal é aí neste momento que o “tratar bem as pessoas” e pensar com justiça ganham força. Não é punir ou inibir uma ação é orientar e certificar que juntando forças, ideias e trabalho e com uma pitada de coragem temos o necessário para superar os obstáculos que as regras impõe em nossa jornada.

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