barco

PODERIA TER SIDO

Written by Giovanni Nunes on . Posted in Crônicas e Artigos

A vida é um barquinho que ganhamos quando chegamos a este mundo. Nossa obrigação é não deixar ele afundar ou seguir sem uma direção.

Somos ao mesmo tempo passageiro, marinheiro e capitão no mar deste mundo em que vivemos e é nossa, somente nossa, a responsabilidade das decisões.

Para que este barco ganhe força ou complementos que o ajudem a cortar as ondas são necessários tempo e esforço do passageiro capitão.

A primeira regra é verificar como ligar o motor desta pequena embarcação sob sua responsabilidade, se por algum motivo ele não funciona neste momento, lembre-se que ele vem sempre acompanhado de remos, mas tanto faz se a vida está no manual ou automático, o importante mesmo é estar presenta na hora dos ajustes.

A segunda regra é independente do mau tempo ele nunca afunda, poucos sabem disto, é verdade ele nunca afunda, é você com um pensamento desnorteado que o faz perder nos ventos fortes da tempestade e quando está muito, mas muito pessimista aí ele afunda, quero dizer você afunda. É quando se desiste que tudo vai para baixo.

A terceira regra, você pode ajudar outros barcos em tempo de crise a acharem um porto seguro, a maneira mais simples e você lançar a corda de ajuda que fica no compartimento do coração, amarre bem firme e força no motor ou remo. Ajudar cria laços com você e o mundo e o mar navegado fica mais bonito de se navegar.

A quarta regra nunca, mas nunca mesmo, deixe amarrado em seu barco os problemas e magoas que encontrou navegando. Você não quer ser conhecido como capitão de um barco fantasma, atormentado por assombrações do passado. O seu negócio é o hoje para se navegar amanhã com a experiência do ontem. Então passado mesmo só para se livrar dos mesmos perigos já enfrentados.

E a quinta regra explore todos os mares e oceanos que tiver vontade, siga sua curiosidade, seus sonhos, vá onde o coração aponta.

Existem outras regras no manual do passageiro capitão, mas outro dia eu falarei mais sobre isto, o mais importante é podemos ser qualquer coisa nesta vida que nos foi dada, mas alguns como eu preferiram ser navegantes.

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